
Killing Joke é uma banda do pós punk, do Reino Unido, formada em Londres, em 1978, por Jaz Coleman (voz e teclados), "Geordie" Kevin Walker (guitarra), Martin Glover "Youth" (baixo) e "Big" Paul Ferguson (bateria).
História
anos 1980
A carreira da banda começa com o lançamento do EP Almost Red, em 1979. Este trabalho chama a atenção de John Peel, da BBC, que os convida para uma das suas John Peel Session's. Aínda no mesmo ano assinam um contrato com a Island Records, e criam a sua própria etiqueta Malicious Damage.
Em 1980 trocam de editora, e juntam-se à EG, onde lançam o seu primeiro álbum de originais, Killing Joke. No seguimento deste álbum, o grupo efectua vários concertos pela Inglaterra. Devido à sua perfomance em palco, os seus espetáculos são considerados agressivos, dado incluirem imagens repulsivas e controversas; exemplo disso é um cartaz com um abade alemão, Albanus Schachleiter, abençoando um grupo de Nazis. Apesar da controversia, a banda tem sucesso, com o seu som pesado, mas dançável.
Com o lançamento do seu terceiro álbum, Revelations em 1982, Jaz Coleman aprofunda, cada vez mais, a sua ligação ao ocultismo, e deixa a banda. Com ele sai também Geordie e Youth, e viajam para a Islândia. Alguns meses depois, Youth regressa a Inglaterra e, juntamente com Ferguson, formam a banda Brilliant. Pouco tempo, depois, Ferguson sai deste projecto e viaja para a Islândia com o novo baixista dos Killing Joke, Paul Raven.
Com esta nova formação, a banda regressa ao seu país para lançarem Fire Dances, em 1983. O álbum revela uma postura mais branda do grupo.
Até ao fim da década de 1980, a banda lança mais quatro álbuns. Apesar do êxito de um deles, Night Time de 1985, (cujo tema forte, "Love like Blood", atinge posições de relevo nas tabelas de vendas de vários países), a banda não volta a atingir a força e o sucesso, dos tempos anteriores...» Ler notícia completa
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